Escuto quem sempre teve que calar!

Atendo principalmente pessoas que não cabem nos moldes: mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas neurodivergentes, racializadas, mães atípicas.

A análise pode ser um espaço para falar do que,
muitas vezes, não encontrou lugar de escuta.

O que é a Psicanálise? Como eu trabalho

Ajudo quem sente muito, pensa demais e já se acostumou a calar.

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Uma jornada de autoconehcimento
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Perguntas Frequentes

Preciso estar em sofrimento para começar uma análise?

Não necessariamente. Muitas pessoas procuram a análise em momentos de sofrimento, angústia ou crise. Mas também é possível iniciar uma análise por curiosidade sobre si, desejo de se conhecer melhor ou para compreender padrões que se repetem na própria vida.

A sessão é um espaço de escuta e fala. A pessoa é convidada a falar livremente sobre o que vier à mente: acontecimentos do dia, lembranças, sonhos, angústias ou questões que a atravessam.  A partir dessa fala, o trabalho analítico acontece na escuta e nas intervenções do analista. As sessões podem acontecer presencialmente ou de forma online, por chamada de vídeo.

Não existe um tempo fixo. A psicanálise não trabalha com protocolos ou prazos definidos, pois cada sujeito tem seu próprio tempo de elaboração. Algumas análises duram meses, outras anos. O percurso é construído ao longo do processo.

Em geral, cada sessão dura cerca de 50 minutos. Esse tempo é parte do enquadre do trabalho analítico e contribui para a construção do processo ao longo das sessões.

 

Geralmente as sessões acontecem uma vez por semana, mas a frequência pode variar de acordo com o momento do processo e com o que for combinado entre analista e analisando.

 

Sim. O sigilo é um princípio fundamental do trabalho clínico. Tudo o que é dito em sessão é protegido pelo compromisso ético do analista.

 

Não. A psicanálise não se orienta apenas por diagnósticos. Muitas pessoas chegam à análise com questões relacionadas a relações afetivas, trabalho, sexualidade, angústias ou conflitos internos que nem sempre se enquadram em um diagnóstico específico.

Ambas podem contribuir para o bem-estar e para a saúde mental.
A psicanálise, no entanto, se orienta pelo inconsciente e pelo que aparece nas entrelinhas do que dizemos. Em vez de oferecer soluções prontas ou prometer uma cura, a análise propõe um trabalho de escuta que permite ao sujeito se implicar em sua própria história, elaborar suas angústias e compreender melhor suas escolhas.

 

A melhor forma de saber é experimentando o encontro analítico. As primeiras sessões costumam ser um espaço para conhecer o funcionamento do trabalho, apresentar suas questões e perceber se aquele espaço faz sentido para você.

 

O agendamento pode ser feito entrando em contato pelo WhatsApp ou pelo formulário disponível neste site. A partir do primeiro contato, combinamos um horário para a sessão inicial.

 

A primeira sessão é um espaço para você apresentar o que o trouxe até a análise e para conhecer o funcionamento do trabalho. Não é necessário chegar com algo preparado: a sessão começa a partir do que você desejar falar.

 

Isso acontece com muitas pessoas, especialmente no início. A análise não exige preparação nem um roteiro de fala. Mesmo o silêncio, as dúvidas ou a dificuldade de encontrar palavras podem fazer parte do trabalho analítico e podem ser trazidos para a sessão.

 

Na psicanálise, o trabalho não se baseia em dar conselhos ou indicar caminhos prontos. A análise é um espaço de escuta e elaboração, no qual cada pessoa pode compreender melhor sua própria história, seus conflitos e seus desejos, construindo suas próprias escolhas.

 
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Um espaço de escuta
Um espaço de escuta para aquilo que não coube nos moldes